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DOR

É doloroso viver! Pior ainda é não viver. Andar pelas sombras da dúvida e do arrependimento! Saber lá dentro de si que você foi covarde e não consegue lutar por aquilo que acredita. Isso é pior!



 Escrito por NINA às 15h11
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Um Coração Solidário

UM CORAÇÃO SOLIDÁRIO

   O progresso tecnológico trouxe para a humanidade uma série de benefícios,isso é indiscutível. Por um lado isso é bom, mas por outro, deixa as pessoas menos sensíveis, menos humanas, mais indiferentes. As instituições seguiram pelo mesmo caminho, e foram se tornando frias, embora eficientes. Mas esse problema não passou despercebido aos olhos do jovem psicólogo inglês, Tom Crabtree. Ele estava sempre disposto a entender quando as pessoas precisavam dele para dividir suas dores. E compreendia também que nem sempre falar é a melhor solução.
   Conta ele que, logo que iniciou sua carreira profissional, numa clínica de orientação para crianças, no noroeste da Inglaterra, certo adolescente chegou para vê-lo. Ele foi até à recepção e percebeu o rapaz que andava de um lado para o outro, agitado e assustado. Levou-o até sua sala e lhe indicou a cadeira do outro lado da mesa. Era fim do outono. A árvore em frente à janela não tinha folhas. "Sente-se"  disse ao jovem. David vestia uma capa preta impermeável, abotoada até o pescoço. O rosto estava pálido. Torcia as mãos com nervosismo e olhava
fixamente para os pés.
   Seu pai falecera quando era bebê. Foi criado pela mãe e pelo avô. Mas no ano anterior, quando David tinha 13 anos, o avô faleceu e a mãe morreu num acidente de carro. Agora, com 14 anos, estava em tratamento. O diretor da escola o havia encaminhado, com um bilhete: "esse garoto encontra-se muito triste e deprimido, o que é bastante compreensível. No entanto, ele se recusa a falar com quem quer que seja. Estou muito preocupado. Você pode ajudar?"
   O jovem psicólogo olhou para o garoto. Como poderia ajudá-lo? Há tragédias humanas para as quais a psicologia não tem respostas, para as quais não há palavras. Às vezes, ouvir com toda a atenção e sentimento é o mais apropriado, pensou.
   Nas duas primeiras visitas David não falou. Afundado na cadeira, só levantava os olhos para fixá-los nos desenhos infantis  que decoravam a parede. Quando David saía do consultório, após a segunda sessão, tom colocou a mão sobre o seu ombro. O garoto parou. Não se retraiu, mas, ainda assim, não olhou para o médico.
  "Venha na próxima semana, se quiser", disse tom. Fez uma pausa e acrescentou: "sei que é doloroso." David veio e tom sugeriu que jogassem xadrez. O rapaz fez que sim com a cabeça. Os jogos de xadrez continuaram todas as quartas-feiras à tarde, em silêncio total e sem contato visual da parte do garoto. Embora não seja fácil trapacear no xadrez, tom sempre fazia de tudo para que David ganhasse uma ou duas vezes.
  O menino chegava cedo, procurava o tabuleiro e as peças na estante. Começava a arrumá-las antes mesmo que tom sentasse. Parecia estar gostando da idéia. Mas por que nunca me olhava? Pensava tom. Talvez ele precise simplesmente de alguém com quem dividir a dor. Talvez sinta que respeito a dor dele. Concluiu tom.
  Numa tarde, quando o inverno dava lugar à primavera, David tirou a capa e a colocou nas costas da cadeira.  Enquanto arrumavam as peças do jogo de xadrez, seu rosto parecia mais animado, os movimentos mais vivos. Alguns meses depois, quando flores já recobriam a árvore lá fora, tom olhava David enquanto ele se inclinava sobre o tabuleiro. Pensava que pouco se sabe sobre terapia, sobre os misteriosos processos de cura. De repente, o garoto levantou os olhos e disse: "sua vez." Depois disso, David começou a falar. Fez amigos na escola e entrou para o clube de ciclismo. Um dia chegou um cartão postal de David que dizia: "estou passeando
de bicicleta com amigos e me divertindo muito."
   Tempos depois tom recebeu uma carta em que David falava que pretendia ir para a universidade. Tom ofereceu algo a David, mas certamente aprendeu como o tempo pode tornar possível superar o que parece dolorosamente insuperável. Aprendeu, ainda, como estar lá quando alguém precisa dele. E que se pode entrar em contato com outro ser humano sem usar palavras. Só é preciso um abraço, um toque gentil, um ouvido atento, um coração solidário.



 Escrito por NINA às 10h56
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Eu mais calma!!!

Olá queridos! Após muito tempo volto a postar. Vou explicar o motivo (sempre tenho explicações): com o final do semestre na faculdade, o excesso de trabalho no estágio e a TPM gritando, eu não tinha tempo e humor para nada! O que eu queria mesmo era sumir!

Bem, já estou mais calma e feliz! Deu para descansar no final de semana e já me sinto melhor.

News: estou de férias da faculdade até o início de agosto (YES!). O Leo viaja no próximo dia 08/07 (quinta-feira) para Aparecida do Norte. Ele e Tribo de Levi vão participar do Congresso Nacional da Renovação Carismática. Eles estão animadíssimos e nós, as Tribetes, também. Vamos ficar aqui rezando para que tudo dê certo para eles e que a missão deles se cumpra: evengelizar pela música!

Fica aí pra vcs uma foto nossa no show da Canção Nova na Lapa (Rio de Janeiro - RJ). Eu, o Leo, o Leandro (da banda Frutos de Medjugore) e o André.

Beijos e até a próxima!



 Escrito por NINA às 12h57
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Refletindo

REFLETINDO...
 
Muitas  vezes as pessoas são egocêntricas, ilógicas e insensatas.
Perdoe-as  assim mesmo.
Se  você é gentil, as pessoas podem acusá-lo de egoísta,  interesseiro.
Seja  gentil assim mesmo.
Se  você é um vencedor, terá alguns amigos e alguns inimigos verdadeiros.
Vença  assim mesmo.
Se  você é honesto e franco, as pessoas podem  enganá-lo.
Seja  honesto e franco assim mesmo.
O  que você levou anos para construir, alguém pode destruir de uma hora
para  outra.
Construa  assim mesmo.
Se  você tem paz e é feliz, as pessoas podem sentir  inveja.
Seja  feliz assim mesmo.
O  bem que você faz hoje, pode ser esquecido  amanhã.
Faça  o bem assim mesmo.
Dê  ao mundo o melhor de você, mas isso pode nunca ser o bastante.
Dê  o melhor de você mesmo.
Perceba  que, no final das contas, é entre você e  Deus.
Nunca  foi entre você e as outras pessoas!
 
                                                                           (Madre  Teresa de Calcutá)


 Escrito por NINA às 15h55
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OS GATOS

Gente, no mês que vem (dia 16 de Julho) estréia Garfield - O filme. Eu que já era apaixonada por ele antes de ter gato agora estou muito mais por causa do Eros. O Eros e o Garfield são quase iguais: preguiçosos, resmungões, comilões, sedutores e apaixonantes! A única difença é que o Eros ainda gosta de brincar de esconde-esconde e de pular em cima da gente no meio da noite!

Aí embaixo tem uma cena do filme e um cartaz americano de divulgação do filme:

(Garfield dançando ao som de "I feel good", de James Brown)

(cartaz de divulgação)

Beijos e até a próxima!



 Escrito por NINA às 15h22
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Um ano

Há um ano eu começava a namorar o Leo. Algumas pessoas não sabem exatamente como nos conhecemos! Então eu vou contar!

Eu e Leo nos conhecemos no dia 18 de abril do ano passado. Era sexta-feira da paixão logo feriado. Eu estava em casa sem fazer nada. Acessei a net e entrei no ICQ. Lá selecionei algumas pessoas para conversar e o Leo estava entre elas. Conversamos bastante e gostamos um do outro. Mas tinha um problema: ele tinha namorada. Na época, ele namorava a Daniele (minha amiga hoje em dia) e por isso não demos continuação a nossa conversa.

Passaram-se dois meses e, da mesma forma que nos conhecemos, nos reencontramos. Perguntei como ia o namoro e ele disse que não ia nada bem. Na mesma hora, me perguntou "Se estiver solteiro, você fica comigo"? Imediatamente, respondi "Sim" sem acreditar muito que isso aconteceria. Mas aconteceu (ainda bem!).

No dia 14 de junho de 2003, começamos meio assustados o que hoje é realidade em nossas vidas. Aprendemos muito um com outro todos os dias. Algumas decepções já aconteceram para os dois lados mas isso só tornou o nosso sentimento mais real. E como sabemos que o amor apesar de ser um sentimento lindo não sobrevive sozinho, temos ainda um pelo outro amizade, tesão, carinho, compreensão, respeito.

Fica para vocês uma foto de nós dois. Aqui estamos no estágio do Leo (Ministério da Fazenda) e quem tirou a foto foi o Sidney (supervisor do Leo e meu outro namorado...rs)

Beijos e até a próxima!



 Escrito por NINA às 16h24
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Com quem você se parece?

Eu pareço com a Juliette Binoche, vocês não acham? Pelo menos foi isso que o site http://www.gabitus.com/eng/analogia/2.html disse para mim... estou adorando ser hollywoodiana!




Juliette Binoche


Dia dos namorados

O dia 12 de junho está aí e muita gente já está triste porque não tem com quem comemorar. Sabe o que é pior? Não adianta dizer que é uma data criada pelo comerciante (já notaram que é um dia antes do 13 de junho - dia de santo Antônio, o santo casamenteiro, um dos mais populares no país), que tudo é capitalismo etc, etc, etc. É incrível com toda a liberação sexual, todo esse clima de "não sou de ninguém", no fundo todo mundo só quer AMOR! Parece até ridículo (esse é o termo para todos os assuntos sentimentais) dizer isso mas é verdade! Solteiro se corroem porque não tem com quem dividir esse momento.

Esse é o meu primeiro dia dos namorados acompanhada. Estou feliz, curtindo essa mais nova experiência! Amar é viver!

Beijos e até a próxima!



 Escrito por NINA às 15h37
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ALMAS GÊMEAS

Gente, o dia dos namorados está aí! Para quem tem namorado, é mais um motivo de comemoração a dois. Para quem não tem, bem, é chato ver todo mundo falando de amor e você sozinho. Na realidade, este será o meu primeiro dia dos namorados acompanhada! 

Um tema muito comum nesta época é sobre almas gêmeas! De onde vem a história de almas gêmeas?! Mais uma vez da Grécia (estou igual ao Costa do filme Casamento Grego... tudo vem da Grécia!rs). Abaixo tem um texto (que não é meu!) explicando as almas gêmeas!

Almas gêmeas!

Na Grécia Antiga, relata Platão em sua obra ”O Banquete” - dedicada inteiramente à apologia do amor-, que Aristófanes, um dos convidados para a ceia, relata que a natureza humana original era composta de três tipos diferentes de seres: os homens, as mulheres e um terceiro gênero, o andrógino, composto de metade masculina e metade feminina.

Tais seres possuíam uma forma esférica, quatro mãos e quatro pernas, duas faces absolutamente idênticas e opostas uma à outra, ligadas a um pescoço arredondado, com as costas e costelas unidas, um único crânio e as partes genitais duplicadas. Podiam passear por onde quisessem de forma ereta como hoje e quando sentiam necessidade de correr, procediam como os equilibristas, formando uma grande roda e girando como uma estrela com seus oito membros. Por isso mesmo, eram muito vigorosos e possuíam uma força terrível.

Certa vez, empreenderam uma investida contra os deuses do Olimpo e começaram a subir até o céu para atacar os divinos. Zeus, o Deus supremo, após muito pensar em como lhes enfrentar, resolveu cortá-los ao meio não apenas para enfraquecê-los, mas também para utiliza-los futuramente na raça humana.

Uma vez realizada a divisão da natureza humana, eis que cada metade desejando a outra, a procurava e, os pares, estendendo os braços agarrando-se no desejo de se reunirem, morriam de fome e também de preguiça pois assim separados, não queriam fazer nada.

Compadecido, Zeus deslocou-lhes o sexo para frente para que pudessem se reproduzir entre si. Esta união fecunda propagaria a raça dos homens. E de fato, desde então, o amor mútuo é inato entre os humanos que recompõem a sua essência primitiva, buscando a sua metade complementar e tentando curar desta forma, a natureza humana ferida.

Por isso, vivemos sempre procurando nossa alma gêmea, nossa cara-metade, nossa outra metade da laranja, como se ela estivesse prontinha em algum lugar, apenas esperando por nós. Mas...

em pleno ano 2004, será que não é preciso refletir sobre o tema e perceber que esta crença já não nos serve mais?

A maneira como nos referimos à “alma gêmea” é sempre na hipótese de encontrarmos alguém e de este amor já estar totalmente pronto para ser vivido. Idealizamos alguém que se encaixe tão perfeitamente conosco, a ponto de não restar mais nada a fazer para que esse amor dê certo. Esta alma gêmea não existe. Ou pelo menos não existe mais nos nossos tempos. 

É claro que qualquer dupla de pessoas que se atraiam, tem condição de viver um amor a ponto de se tornar alma gêmea um do outro, desde que queiram. Mas hoje em dia, este sentimento tem que ser construído a dois.

O prazer de amar está em poder expressar o amor e os sentimentos de forma espontânea. O prazer de amar está em encontrar um outro que nos respeite e nos aceite como somos. O prazer de amar está em amar o outro como ele é, em aceitá-lo como é, sem querer transformá-lo. A partir daí, a relação vai sendo construída, com cada um se transformando voluntariamente para se tornar mais e mais amável aos olhos do outro.

Porém, para “se acasalar” com alguém ou com a “nossa alma gêmea”, é preciso ter consciência de que devemos encontrar a alma gêmea que existe dentro de nós mesmos pois, conforme diz o mito, temos a plena sensação de sermos um todo completo, formado de duas partes, desde as nossas origens. E somos mesmos.

Dentro de nós mora um lado masculino, espiritual, expressivo e intuitivo e, um lado feminino, sentimental, emocional e passivo, que devem se encontrar e “se casar” primariamente. Se esse casal não se encontrar internamente ou seja se a alma e o espírito não estiverem em harmonia e em troca, então não se atrairá isto para a própria vida. Porque só conseguimos atrair para nossa vida o que já mora dentro de nós.

Ou seja, primeiramente devo me conhecer, me amar e me respeitar para que depois alguém possa fazer o mesmo por mim. É a isso que chamamos auto-estima ou auto-valor. Só assim estaremos prontos para atrair para a nossa vida, alguém com o mesmo padrão de harmonia e amor que vivemos internamente e esta dupla de seres humanos terá a satisfação de construir um amor no qual possam se tornar almas gêmeas.

Outro aspecto importante de lembrar é que até poucas décadas atrás, só vivíamos “uma vida” ou um amor em toda a vida. Se desse certo muito que bem, mas se não desse, éramos obrigados a suportar aquela relação pelo resto da vida.

Hoje em dia não é mais assim. Vivemos num tempo em que tudo muda tão rápido, que cada um de nós tem a possibilidade de viver várias vidas numa só ou várias relações ao longo da vida. Sobretudo porque podemos nos transformar. Isso não era possível até bem pouco tempo atrás. Mas desde a descoberta de Plutão, o planeta da transformação, em 1930, a consciência humana passou a se questionar e a desejar viver com mais lucidez, transformando-se sempre, para se tornar um ser humano melhor.

Se você não se satisfaz com o lugar onde mora, você muda; se você não gosta de sua profissão ou do seu emprego, você muda; se você não consegue desenvolver um amor genuíno e prazeiroso com alguém, você também pode mudar de companheiro. E é claro que a troca freqüente de parceiros também dificulta a maturidade de uma relação para que os envolvidos cheguem ao ponto de se tornarem almas gêmeas.

Talvez devêssemos refletir mais antes de sair por aí trocando de parceiro a três por quatro, se não somos nós mesmos que estamos precisando mudar de atitude, ou fazer uma transformação, admitir que somos difíceis de conviver ou que temos muito orgulho, vaidade ou inflexibilidade e que ninguém é obrigado a nos agüentar assim tão pouco amáveis.

Se ficarmos esperando que o outro nos ame, nos valorize e nos diga quem somos nós, as chances dessa relação não dar certo são imensas: se nós não nos valorizamos, se nós não nos estimamos, se nós não nos amamos, não nos conhecemos e não nos respeitamos, como é que podemos querer que alguém o faça?

E se o parceiro não fizer o mesmo, vai-se abrindo uma brecha, um abismo entre as duas pessoas e a relação pode murchar em função deste descompasso no desenvolvimento de cada um. Aí somos obrigados a partir, em busca de uma nova fonte de troca.

Portanto, almas podem se encontrar sim e se tornarem “gêmeas” durante a relação. Como pode acontecer ao contrário de duas pessoas que são almas gêmeas se encontrarem e porem tudo a perder por sua imaturidade, excesso de individualismo, vaidade, ignorância...

Beijos e até a próxima!

 Escrito por NINA às 11h20
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Junho

O mês de maio passou rapinho. Vocês também têm a sensação de que o tempo passa rápido demais?

Bem, junho já entrou e com ele trouxe muitas comemorações! Na seção aniversariantes do mês temos: minha avó Antônia (dia 13), minhas tias Penha e Cléa (dia 18), minha madrinha de batismo tia Rose (dia 21), minha amiga da UECE Paulinha (dia 24), minha prima Taís (dia 25), meu namorado Leo (dia 26) e minha mãe e o tribal Pedro (dia 29). Na seção datas comemorativas, temos o dia dos namorados (péssimo dia qdo estamos sozinhos). Na seção comemorações especiais, o meu aniversário de namoro... 1 ano! Nossa como o tempo passou rápido! Depois conto para vocês a nossa história!

Ah! Tbm não posso esquecer (meu corpo não deixa) que esse é meu segundo mês de academia! Onde inclui mais uma série de exercícios... ai, ai, como eu sofro! Olha eu malhando aí embaixo:

 
Beijos e até a próxima!


 Escrito por NINA às 15h40
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Academia

Nem só de estudo e trabalho vive a mulher. Resolvi entrar numa academia . Agora vou ficar sarada, bonita e com um corpão!rs. Vcs acreditaram nisso?! Bem a parte da academia é verdade! Esse lance de ficar sarada é brincadeira! Na verdade, estou malhando pela saúde! Apesar dos meus 21 aninhos, estava me sentido cansada e sem preparo físico. Com uma semana, já me sinto melhor apesar das dores musculares ... ui!

Beijos e até a próxima!



 Escrito por NINA às 16h39
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Niver

oi!!!! Ontem foi aniversário da minha irmãzinha! Ela completou 19 aninhos e teve um bolinho bem básico lá em casa! Ela estava toda feliz pq ganhou uns presentes... No dia 13 de junho, a Marthinha vai fazer uma feijoada para comemorar o dia do aniversário e por ter passado no vestibular da UFF (engenharia elétrica)

Aqui vai umas fotos dela!!!

 



 Escrito por NINA às 17h21
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